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Serendipidade

(inglês serendipity) substantivo feminino 1. A faculdade ou o acto de descobrir coisas agradáveis por acaso. 2. Coisa descoberta por acaso.

Serendipidade

(inglês serendipity) substantivo feminino 1. A faculdade ou o acto de descobrir coisas agradáveis por acaso. 2. Coisa descoberta por acaso.

Notícias que me agradam

Aparentemente "agora" saiu um estudo que diz que as mulheres que foram mães depois dos 33 anos, têm maior probabilidade viver até aos 95 anos :) Este estudo agrada-me, porque fui mãe aos 35. 


 


Sei também que amanhã sairá um estudo a dizer o contrário. Hoje em dia vivemos na época dos estudos, pena que sejam tantos que muitas vezes acabam por se contradizer.  Mas até lá, vou viver na esperança de uma longa vida e esperemos que com saúde, porque se não for também não vale a pena!


 



As mulheres que têm filhos depois dos 33 anos sem tratamentos de fertilidade têm maiores probabilidade de viveram até mais tarde do que as que foram mães pela última vez antes dos 30, conclui um estudo divulgado esta quinta-feira.


A investigação da Boston University School of Medicine, publicada na edição de Junho da revista científica "Menopause", estima que os mesmos genes que permitem às mulheres ter filhos naturalmente em idades mais avançadas são os responsáveis por uma maior longevidade, que pode ir até aos 95 anos.


Os resultados do estudo da Boston University School of Medicine são consistentes com anteriores descobertas que estabelecem uma relação entre a idade maternal aquando do nascimento do último filho e a longevidade excepcional.


O estudo baseou-se na análise dos dados do "Long Life Family Study", um estudo genético de 551 famílias com vários membros que viveram até idades excepcionais, 95 ou mais anos.


Os investigadores determinaram a idade em que cada uma de 462 mulheres tiveram os últimos filhos e até que idade viveram e concluíram que as mulheres que tiveram o último filho depois dos 33 anos tinham o dobro das probabilidades de viver até aos 95 anos ou mais quando comparadas com as que tiveram o último filho aos 29 anos. Das 462 mulheres, 274 tiveram o último filho depois dos 33 anos.


"Pensamos que os genes que permitem às mulheres ter filhos naturalmente numa idade mais avançada são os mesmos que têm um papel muito importante no retardar do envelhecimento e na descida do risco de doenças relacionadas com a idade, como as doenças de coração, acidentes vasculares cerebrais, diabetes e cancro", explicou Thomas Perls, especialista em geriatria na Boston University Medical Center e principal investigador do estudo, citado pela imprensa norte-americana.


Em Portugal, a idade das mães ao nascimento do primeiro filho tem vindo a aumentar. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2001, era-se mãe pela primeira vez aos 26,8 anos e em 2011 a maternidade surge só aos 29,2 anos.


As gravidezes após os 35 anos dispararam 47 por cento, na última década, enquanto a maternidade antes dos 20 caiu para metade.


 


Texto retirado do jornal O Publico


Eu tenho dois amores

 


Quem me conhece bem sabe que adoro animais. Desde pequena e como imagino que quase todas as crianças sempre quis ter um cão. Após alguma pressão e uma mononucleose que me fez passar umas férias de Verão fechada em casa, os meus pais lá cederam num gato. A escolhida foi a Pipoca, apanhada na rua ao pé de casa e que nos acompanhou por 11 anos.

Com a convivência com a Pipoca aprendi a gostar e respeitar a personalidade independente, mas carinhosa dos gatos e apreciar as diferenças de personalidade entre cada um deles.

As minhas gatas são a minha perdição e uma constante fonte de alegria e preocupação. Por essa razão serão certamente uma presença constante neste blog. Com a chegada do novo brinquedo, não podia deixar de estrear a máquina fotografando-as.

Neste momento comigo vivem a Jade e a Mia. A Jade mudou-se para esta casa há cerca de 4 anos, quase ao mesmo tempo que eu. Via-a depois de nascer com um dia, com um mês a ao fim de 2 meses e meio aqui estava ela. Cabia na palma da minha mão e apegou-se a mim de tal forma que me imagina sua mãe. É doce comigo e uma fera com os outros, chegando a ser acusada pelos meus amigos de ser bipolar, devido às rápidas alterações de humor de que sofre.




A Mia é a mais recente aquisição. Está cá em casa desde Dezembro e é a maior peste que é possível imaginar. Olhando para estes olhos azuis e ar doce, é difícil de imaginar que ela possa fazer mal a uma mosca, mas na realidade enquanto faz uma asneira já está a pensar nas próximas dez. É responsável por me ter feito acordar vários meses às 5h da manhã ao meter-se em sarilhos lá em casa. Mas quem consegue resistir a estes olhos e ao ronron que faz quando lhe pegamos ao colo?




 

 

Publicado a 24.3.2011 no meu ex-blog Olhar à minha volta

Focinho da Roca

Com o objectivo de terminar no Cabo da Roca, começámos o passeio na tentativa de ver a Pedra de Alvidrar, junto à praia da Adraga. Quando chegámos a  praia e pedimos indicações de como chegar à Pedra  e vimo-nos perante uma subida de mais ou menos 20 minutos a pé. O vento frio que soprava e os músculos doridos de dois jogos de futebol de véspera de um dos dos intervenientes desanimou-nos, e ficou apenas a promessa de voltar noutro dia em que a metereologia e o descanso ajudassem. 
 
 

 

Saímos da Adraga e no caminho para o Cabo da Roca fomos visitar a localidade de Ulgueira, com uma vista de tirar o fôlego sobre o Oceano Atlântico. As suas ruas pacatas e as casas bem cuidadas, predominantemente em tons de branco, relembram mais uma qualquer aldeia pacata do interior do País do que uma localidade vizinha da Capital.


 
 
Na maioria das casa podemos encontrar detalhes nas janelas, muros ou jardins que se evidenciam ainda mais através do contraste das suas cores contra o branco das casas, que apresentam nomes originais como Mafarica, Quinta do Lobo Mau, Casa da Ursa.
 
 
 
 
Terminada a visita fomos directos ao Cabo da Roca, ou como lhe chamam as povoações pesqueiras, Focinho da Roca, que se encontrava a cerca de 2 km.  Este ponto, que foi descrito por Camões no Canto III dos Lusíadas como “Onde a terra se acaba e o mar começa”, é o ponto mais ocidental da Europa e visitável até uma altitude de 140m.

 

Na zona, onde a Paisagem é sem dúvida a interveniente principal, com as suas enormes escarpas e as ondas a bater nas rochas e à qual qualquer descrição não lhe fará a devida justiça, podemos encontrar também um farol, contruído em 1758 pelas ordens do Marquês de Pombal e um padrão em pedra com o lápide onde se regista a localização geográfica deste ponto.
 
 
 
 
 
 
 
Post publicado em 2011 no meu ex-blog: Olhar à minha volta
 

De como o feitiço se vira contra o feiticeiro

 

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Hoje foi dia de levar o J. a um dos meus treinos com o Pedro.

Ontem ou anteontem, virou-se ele para mim e disse "Olha, tu se me vires a acelarar no treino não me tentes acompanhar...". Basicamente a chamar-me fraquinha!

 

Nem vos preciso dizer quem é que depois do aquecimenta já não aguentava com um gato pelo rabo, pois não? E que dizia em alguns exercícios que eu estava a ir depressa de mais? E fazia "batota" em alguns para ficar mais fácil? E que no fim, tentou arranjar uma série de desculpas para não voltar a ir treinar? Conseguem adivinhar?

 

As desculpas era algo como:

 

-- O ar era demasiado puro

-- O sol batiam-me na cabeça (eram 8 da manhã, imaginem o sol)

-- Estes treinos são de repetições com muito impacto e eu não me dou bem com isto, prefiro fazer as coisas ao meu ritmo

etc.

 

Afinal quem é que é fraquinho?

Mudam-se os tempos, mudam-se os corpos

 O texto em baixo mostra que o ideal do corpo da mulher variou bastante ao longo do tempo, mas que tal como a moda se torna cíclico, pois ora as mulheres para viverem esse ideal devem ter um corpo curvilíneo, ora devem ter liso, ora curvilíneo, ora liso, e assim continua e penso que irá continuar. 


Isto era tudo muito bom se até dependesse de nós, mas a verdade é que se podemos de alguma forma mudar a nossa alimentação e quantidade de exercício físico que fazemos, também é verdade que a genética tem algum peso. Acho que mais do que seguirmos modas ou tendências libertadas por revistas e estilistas, devemos preocupar-nos com o nos sentirmos bem e não interessa se temos curvas numa altura em que devíamos ser lisas ou vice-versa. Até porque estes ideais mudam, mas aquilo que deverá ficar sempre é a confiança em nós próprias. E acima de tudo, o discernimento que nos permite perceber que fazer loucuras (e aqui falo de anorexia ou bulimia) para tentar corresponder a uns padrões de outros e que mudam demasiado depressa, não nos vai levar a lugar nenhum, senão à infelicidade. 


 



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Conheça a "It Girl" da época: The Gibson Girl . O ilustrador Charles Gibson foi no início de 1900, o que os fotógrafos de moda são hoje. O seu sonho de mulher, transmitido nas páginas das revistas Life, Collier e Harper, rapidamente definiu a Beyoncé da sua era. Um corpo feminino com a forma de 8, de parar o trânsito.


Mas, a musa de Gibson, Camille Clifford era crítica do ideal. Ela cantou em seu show vaudeville, "Wear a blank expression/and a monumental curl/And walk with a bend in your back/Then they will call you a Gibson Girl.”


 


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Diga adeus às curvas monumentais, altura escultural e tudo o era jazz. Diga olá à Flapper. As curvas exageradas de Gibson foram substituídas por um busto e ancas pequenas.


Na moda, a linha da cintura desce vários centímetros abaixo do umbigo, fazendo das ancas estreitas uma necessidade. O foco é deslocado para baixo, para as pernas, onde a bainha à altura do joelho poderia expor o flash de uma liga com o baloiçar do vestido. Margaret Gorman, coroada como a primeira Miss América em 1921, era o ideal da época.


 


 


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Após o crash da bolsa, as bainhas voltaram descer a acompanhar o espírito que se vivia. Os vestidos são agora em viés. Tradução? Uma silhueta menos quadrada. A cintura natural (ao redor do umbigo) volta e há um toque de ombro também. O look sem peito tão popular na década de 1920, dá lugar a um pequeno busto, tornando-se esta era numa era de transição do look simples da década de 20, para uma década de 40 mais curvilínea. Photoplay, a revista popular na época, declara a atriz Dolores del Rio como a "melhor figura em Hollywood."


 


 


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Atten-shun! Não há adeus às armas ... mas sim um adeus ao visual mais suave dos anos 30. Graças à II Guerra Mundial, os ombros militares (amplos, quadrados e agressivos) tornam-se no “look du jour”. Os ângulos são a ordem do dia.


Tudo o que se traduz no visual do momento: pernas longas, silhueta mais alta e mais quadrada, possivelmente ecoando a expansão do papel das mulheres na força de trabalho, enquanto os homens estão no campo de batalha.


 


 


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Bem-vindo à era da ampulheta. Na década de 1950, o tipo de corpo ideal atinge proporções Jessica Rabbit. Após a angularidade da era da guerra, a volúpia suave foi valorizada acima de tudo. Anúncios da época, chegavam mesmo a aconselhar as mulheres magras a tomar suplementos para preencher as curvas. A revista Playboy e a Barbie foram ambas criados nesta década, ecoando uma cintura minúscula e o peito grande.


 


 


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Os anos 60 levam levam  a moda noutra direcção. O estreito está de novo na moda.  O olhar é agora fresco, de menina e com uma complexão andrógina. Modelos como Twiggy representam um novo ideal: cara de boneca, silhueta estreita e pequena. A roupa suporta este look: vestidos estreitos a remover a cintura, um busto menor e ancas estreitas, a semelhança da transição de Gibson para flapper.


Mais e mais mulheres retiram o cinto e passam a andar com roupas menos restritivas. O trade-off? Agora o look estreito e plano deve ser alcançado através de dieta


 


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Disco! Macacões! Calças à boca de sino! Esta década foi uma festa. Mas a estrela da festa ainda é pressionada a manter um corpo esbelto, a fim de desfilar estas modas na discoteca. Tecidos sintéticos como o poliéster e elastano são abraçados, sendo muito mais reveladores e menos tolerantes em relação a tecidos do passado. A aparência geral continua a ser magra, especialmente no tronco, mas as curvas começam a voltar.


Tal como na década de 1930, essa década pretende afastar-se do corpo petite da década de 60.


 


 


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Supermodelos amazônicas reinam nesta década. Estas mulheres de pernas longas representam o novo ideal feminino. Mulheres como Elle MacPherson, Naomi Campbell e Linda Evangelista levam a debandada para fora da passerelle e para o coração da cultura pop, dominando os meios de comunicação e os vídeos musicais desta década.


 


 


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Kate Moss inaugura a era da criança abandonada. Há quem chame também "a miúda da heroína" devido ao olhar vazio associado a corrente musical grunge de Seattle. Com a sua estatura, Moss é inegavelmente pequena para uma modelo, mesmo dentro dos padrões da indústria. É um look pouco atlético, numa reação ao estilo da mulher atlética dos anos 80.


Calças de ganga, blusas largueironas e fragrâncias unissexo (CK One) todos apoiar o look andrógino que chega também a Hollywood (Winona Ryder)


 


 


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A supermodelo Giselle Bundchen traz o conceito de sexy de volta, de acordo com a Vogue. A ela é-lhe atribuído o ter terminando a era da "miúda da heroína." Foi-se o magro, a aparência pálida e os olhos de vidro da década de 90. Agora entramos numa era de abdominais visíveis e bronzeados falsos Bundchen é coroada "a garota mais bonita do mundo" pela revista Rolling Stone e domina a passerelle, anúncios e o show da Victoria Secret.


 


 


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Oo corpos "Bootylicious" estão na moda, promovendo as curvas através de ancas mais largas e um rabo maior. 


 


 


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fonte: http://greatist.com/grow/100-years-womens-body-image


 


 

Mudam-se os tempos, mudam-se os corpos

 O texto em baixo mostra que o ideal do corpo da mulher variou bastante ao longo do tempo, mas que tal como a moda se torna cíclico, pois ora as mulheres para viverem esse ideal devem ter um corpo curvilíneo, ora devem ter liso, ora curvilíneo, ora liso, e assim continua e penso que irá continuar. 

Isto era tudo muito bom se até dependesse de nós, mas a verdade é que se podemos de alguma forma mudar a nossa alimentação e quantidade de exercício físico que fazemos, também é verdade que a genética tem algum peso. Acho que mais do que seguirmos modas ou tendências libertadas por revistas e estilistas, devemos preocupar-nos com o nos sentirmos bem e não interessa se temos curvas numa altura em que devíamos ser lisas ou vice-versa. Até porque estes ideais mudam, mas aquilo que deverá ficar sempre é a confiança em nós próprias. E acima de tudo, o discernimento que nos permite perceber que fazer loucuras (e aqui falo de anorexia ou bulimia) para tentar corresponder a uns padrões de outros e que mudam demasiado depressa, não nos vai levar a lugar nenhum, senão à infelicidade. 

 


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Conheça a "It Girl" da época: The Gibson Girl . O ilustrador Charles Gibson foi no início de 1900, o que os fotógrafos de moda são hoje. O seu sonho de mulher, transmitido nas páginas das revistas Life, Collier e Harper, rapidamente definiu a Beyoncé da sua era. Um corpo feminino com a forma de 8, de parar o trânsito.

Mas, a musa de Gibson, Camille Clifford era crítica do ideal. Ela cantou em seu show vaudeville, "Wear a blank expression/and a monumental curl/And walk with a bend in your back/Then they will call you a Gibson Girl.”

 

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Diga adeus às curvas monumentais, altura escultural e tudo o era jazz. Diga olá à Flapper. As curvas exageradas de Gibson foram substituídas por um busto e ancas pequenas.

Na moda, a linha da cintura desce vários centímetros abaixo do umbigo, fazendo das ancas estreitas uma necessidade. O foco é deslocado para baixo, para as pernas, onde a bainha à altura do joelho poderia expor o flash de uma liga com o baloiçar do vestido. Margaret Gorman, coroada como a primeira Miss América em 1921, era o ideal da época.

 

 

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Após o crash da bolsa, as bainhas voltaram descer a acompanhar o espírito que se vivia. Os vestidos são agora em viés. Tradução? Uma silhueta menos quadrada. A cintura natural (ao redor do umbigo) volta e há um toque de ombro também. O look sem peito tão popular na década de 1920, dá lugar a um pequeno busto, tornando-se esta era numa era de transição do look simples da década de 20, para uma década de 40 mais curvilínea. Photoplay, a revista popular na época, declara a atriz Dolores del Rio como a "melhor figura em Hollywood."

 

 

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Atten-shun! Não há adeus às armas ... mas sim um adeus ao visual mais suave dos anos 30. Graças à II Guerra Mundial, os ombros militares (amplos, quadrados e agressivos) tornam-se no “look du jour”. Os ângulos são a ordem do dia.

Tudo o que se traduz no visual do momento: pernas longas, silhueta mais alta e mais quadrada, possivelmente ecoando a expansão do papel das mulheres na força de trabalho, enquanto os homens estão no campo de batalha.

 

 

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Bem-vindo à era da ampulheta. Na década de 1950, o tipo de corpo ideal atinge proporções Jessica Rabbit. Após a angularidade da era da guerra, a volúpia suave foi valorizada acima de tudo. Anúncios da época, chegavam mesmo a aconselhar as mulheres magras a tomar suplementos para preencher as curvas. A revista Playboy e a Barbie foram ambas criados nesta década, ecoando uma cintura minúscula e o peito grande.

 

 

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Os anos 60 levam levam  a moda noutra direcção. O estreito está de novo na moda.  O olhar é agora fresco, de menina e com uma complexão andrógina. Modelos como Twiggy representam um novo ideal: cara de boneca, silhueta estreita e pequena. A roupa suporta este look: vestidos estreitos a remover a cintura, um busto menor e ancas estreitas, a semelhança da transição de Gibson para flapper.

Mais e mais mulheres retiram o cinto e passam a andar com roupas menos restritivas. O trade-off? Agora o look estreito e plano deve ser alcançado através de dieta

 

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Disco! Macacões! Calças à boca de sino! Esta década foi uma festa. Mas a estrela da festa ainda é pressionada a manter um corpo esbelto, a fim de desfilar estas modas na discoteca. Tecidos sintéticos como o poliéster e elastano são abraçados, sendo muito mais reveladores e menos tolerantes em relação a tecidos do passado. A aparência geral continua a ser magra, especialmente no tronco, mas as curvas começam a voltar.

Tal como na década de 1930, essa década pretende afastar-se do corpo petite da década de 60.

 

 

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Supermodelos amazônicas reinam nesta década. Estas mulheres de pernas longas representam o novo ideal feminino. Mulheres como Elle MacPherson, Naomi Campbell e Linda Evangelista levam a debandada para fora da passerelle e para o coração da cultura pop, dominando os meios de comunicação e os vídeos musicais desta década.

 

 

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Kate Moss inaugura a era da criança abandonada. Há quem chame também "a miúda da heroína" devido ao olhar vazio associado a corrente musical grunge de Seattle. Com a sua estatura, Moss é inegavelmente pequena para uma modelo, mesmo dentro dos padrões da indústria. É um look pouco atlético, numa reação ao estilo da mulher atlética dos anos 80.

Calças de ganga, blusas largueironas e fragrâncias unissexo (CK One) todos apoiar o look andrógino que chega também a Hollywood (Winona Ryder)

 

 

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A supermodelo Giselle Bundchen traz o conceito de sexy de volta, de acordo com a Vogue. A ela é-lhe atribuído o ter terminando a era da "miúda da heroína." Foi-se o magro, a aparência pálida e os olhos de vidro da década de 90. Agora entramos numa era de abdominais visíveis e bronzeados falsos Bundchen é coroada "a garota mais bonita do mundo" pela revista Rolling Stone e domina a passerelle, anúncios e o show da Victoria Secret.

 

 

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Oo corpos "Bootylicious" estão na moda, promovendo as curvas através de ancas mais largas e um rabo maior. 

 

 

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fonte: http://greatist.com/grow/100-years-womens-body-image