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Serendipidade

(inglês serendipity) substantivo feminino 1. A faculdade ou o acto de descobrir coisas agradáveis por acaso. 2. Coisa descoberta por acaso.

Serendipidade

(inglês serendipity) substantivo feminino 1. A faculdade ou o acto de descobrir coisas agradáveis por acaso. 2. Coisa descoberta por acaso.

BOSU, BOSU....

Descobri hoje o que é a bosu. Já a tinha visto em algumas imagens e achava que a parte macia era para cima, enganei-me. Para o Pedro, é para usar para baixo e como pesos. Resultado, descobri o meu novo exercicio-ódio de estimação: Flexões na bosu ao contrário. 

 

 

Se no sábado fiquei toda contente que conseguia fazer 20 flexões em 30 segundos (detalhe, com os joelhos no chão, mas é melhor que nada). Hoje quando consegui fazer 5 já estava a morrer e tive de repetir muitas mais. 

 

 

 

 

Treino de hoje:

 

Primeira Série (1 minuto para cada exercicio, com intervalos de 30 segundos) repetida três vezes com intervalo para descanso de 1.5 minutos.

 

  • Agachamentos em equilibrio na bosu
  • Agachamento, prancha e laventamento da bosu
  • Lunges com os braços esticados por cima da cabeça com a bosu 
  • Flexões em equilibrio na bosu 

Segunda Série (mesmo esquema da anterior), já sem o instrumento do demo

 

  • Biceps
  • Saltos laterais com uma barreira
  • Triceps
  • Saltos laterais com barreira a partir de agachamento

 

Ah! e o treino foi ás 16:30, com 33º. O que vale é que foià sombra, mas mesmo assim :)

 

Banhos Públicos

Muito se tem falados dos banhos públicos. E no meu entender existem 3 tipos

 

  1. #IceBucketChallenge para ajudar a que tinha como objetivo ajudar a ALS Association nos EUA
  2. Banho públicos em Portugal, lançados pela equipa das manhãs da comercial que têm como objetivo ajudar a APELA
  3. Banhos idiotas (como eu lhes chamo e apenas a minha modesta opinião), em que meia dúzia de idiotas resolveu, levar com um balde de água fria em cima para não ter de pagar um jantar. Aliás, destes banhos idiotas, apenas ouvi falar. Não me incomodam, não perdi 1 segundo a vê-los e acho inclusive que não conheço ninguém que os tenha feito e sobre este não pretendo falar mais, porque acho que não merecem a importância que lhes tem sido dada.

A primeira vez que ouvi falar de tal coisa (ou pelo menos que prestei atenção) foi quando colegas meus de NY participavam do #icebucketchallenge. Não percebi bem a coisa, mas deu para entender que tinha algum caracter solidário. Nos dias seguintes o desafio tomou a forma de avalanche e foi ver os famosos todos a tomar banho, Bill Gates, C. Ronaldo, Daniela Ruah, etc. Deu perceber que o desafio esta a tomar uma nova dimensão.

Em Portugal o mesmo começou um pouco mais tarde, com a equipa das manhãs da comercial a lançar o desafio, desta vez com o objetivo de ajudar a APELA, a associação Portuguesa contra a esclerose lateral amiotrófica.

Têm-se criado uma grande celeuma em volta destes desafios. As pessoas comentam que os banhos de água não ajudam ninguém, que os donativos é que interessam e que no fundo estes Banhos não passam de uma palhaçada para que alguns famosos se auto promovam.  Eu discordo destas críticas. É claro que era bom que todos os baldes de água viessem associados a um donativo, melhor ainda, que não fossem precisos estes banhos para trazerem à baila um assunto tão sério. Mas a verdade é que com donativos ou não, os famosos estão a fazer a passar a palavra e muitas pessoas acabam por fazer doações, mesmo que não entrem no desafio. Muitos, procuramos saber mais sobre a esclerose lateral amiotrófica e percebemos que até tínhamos ouvido falar dela, afinal atingiu o Zeca Afonso e afeta também o Stephen Hawkins, uma mente brilhante agarrada a uma cadeira de rodas.

 

Vejam este vídeo. E como diz Ferreira Fernandes na sua crónica,

 

“ No ano passado, a campanha pública pela ELA deu 2,1 milhões. Neste ano, porque alguém inventou o vídeo do balde de água fria pela cabeça, a campanha já vai em 41 milhões... Deitar um balde de gelo na cabeça é ridículo, é. Mas quem critica esse ridículo que faça melhor, em dinheiro, ou vá dar banho ao cão.

 

Como ajudar a APELA (Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica)**:

 

“- Fazendo-se sócios (A quota mínima anual é de 30 euros)

 

- Fazendo um donativo através do NIB/IBA da APELA ou enviado um cheque ou vale à ordem da Associação;

 

- Cedendo 0,5% do vosso IRS liquidado (sem qualquer custo para vocês). Basta indicar o NIF da APELA no anexo H, quadro 9, campo 901. O NIF é o 504 064 592;

 

- Doando ajudas técnicas de que já não necessitem (cadeiras de rodas, andarilhos, camas eléctricas, colchões ou almofadas anti-escaras, cadeiras de banho, equipamentos para comunicação aumentativa, etc.)

 

 

NIB para donativo: 0007.0369.00030460006.16

IBAN: PT50 0007 0369 0003 0460 0061 6

SWIFT/BIC: BESCPTPL 

 

Morada: Rua Al Berto lote 18, loja A e B, 1900-918 Lisboa

 

 

 

** Dados retirados daqui.

 

P.S – Aos que criticam o uso de água potável nestes desafios, pensem onde gastam diariamente água potável e quantidade que se desperdiça, antes de falarem. 

Os desvarios da Zara

Nos últimos dias, as noticias que tenho lido sobre a Zara não abonam muito a seu favor, sendo que a segunda pode ser apenas um caso: "Não interessa que falem mal, desde que falem.". Não me parece que a Zara tenha essa necessidade, mas a verdade é que a minha opinião sobre criativos e gestores anda pelas ruas da amargura, pelo que já não digo nada. 

 

Caso #1 - Empregada da Zara liga para a SIBS e pede que retirem dinheiro de acerto da conta de uma cliente (aparentemente enganaram-se na cobrança na caixa ou a marcar o preço do produto) sem o conhecimento da mesma. SIBS e Millenium BCP processam a cobrança sem autorização e consentimento da cliente. Parece-me que apenas neste país é que se pode passar uma coisas destas. Como é que uma terceira parte, seja a Zara ou qualquer outra, pode pedir para mexer nas contas de um individuo. e as entidades Bancárias fazem-no sem o consitimento do mesmo? Isso não devia ser contra a lei? Aliás, não é?

Depois, não diz a nossa lei que se um produto está mal marcado, a entidade vendedora tem de assumir este erro e o repectivo custo?

Mais dertalhes no seguinte video 

 

 

 

Caso #2 (retirado da noícia do dn) - Desenham uma t-shirt para criança (dos 3 meses aos 3 anos), a qual chamam a t-short do xerife, e não percebem as semelhanças entre a mesma e a uniforme dos  Judeus nos campos de concentração Nazi?

Não perceberam? Não viram? Quiseram criar polémica? Quiseram ser falados, mesmo que dizer mal? O que é que conseguiram? Retirar o produto do mercado e fazer um pedido de desculpas público. Boa publicidade? Eu acho que não.